A questão ora discutida, exame de ordem. não deve merecer confiabilidade. observe a lógica da coisa: a ciência já provou que pessoas que trabalham em serviços de extrema atenção e esforço intelectual, devem trabalhar no máximo quatro horas, não podendo ultrapassar o limite máximo de horas por dia, caso isso ocorra vc terá fadiga mental.
Observe que o exame da OAB, pega direto nesse ponto cansaço mental, observe ele é composto de 100 questões de conteúdo enorme e em geral as perguntas são rebuscadas, com duração de 5 horas(tempo muito curto diga-se de passagem).
Na verdade o que se busca no exame, é provocar o cansaço e a fadiga mental, objetivando a perda de raciocínio, provocando assim a reprovação.
Deixo perguntas: O juiz julga sem se utilizar de livros e códigos?
resp. não pois o universo de informações é enorme.
O juiz dá sentença no mesmo dia? resp. não ele precisa estudar o caso com calma para da a melhor decisão.
O adv. faz defesa ou ação sem consultar códigos e doutrinas?
Quem classifica o profissional é o mercado ou a escola?
Em outras outras profissões, o universo de informações é bem menor.
No caso do exame de ordem o que se busca na verdade é o impedimento ao acesso a profissão, pois o excesso de profissionais atrapalham a grandes grupos de operadores do direito, como também gera arrecadação. Se o exame fosse para testar conhecimento, não seria tão extenso e desgastante, teria no máximo 50 perguntas. E por outro lado, os aprovados na primeira fase jamais deveriam fazer nova prova de 1ª fase, quando reprovados na 2ª fase.
O que se vê de concreto em torno do exame, é muita gente ganhando dinheiro, com cursinhos, livros etc…
Não esperem pelo fim do exame, sejam realistas nós moramos no Brasil, aqui o voto é obrigatório, é eletrônico, o presidente não sabe de nada, o técnico da seleção na copa nunca havia sido técnico de futebol na vida, a provável presidente da república nem vereadora já foi. Em nosso país o capitalismo dá as regras desde os tempos de Dom Juaão Primprim